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setembro 02, 2005

De Volta aos Entalados

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Rua Alfrêdo Cortês, 9 (artista desconhecido)

Esta escultura esta localizada em frente do "entalado" do post anterior, as semelhanças entre as duas peças são evidentes.

Publicado por amnésia às 11:33 AM | Comentários (1)

setembro 01, 2005

De Volta aos Entalados

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Rua Alfredo Cortês, 4

Há quase ano e meio que não mostro nem falo de entalados aqui na Amnésia, isso vai mudar a partir de agora. Pretendo continuar a mostrar as intervenções artísticas nas fachadas de muitos dos edifícios construidos nos anos 40 e 50 e contar um pouco (pouco mesmo) da sua história.

Publicado por amnésia às 04:46 PM | Comentários (1)

março 16, 2004

Entalado 7


Rua Andrade Corvo, 50

Para ver a história e colecção fotografada até agora ir à coluna do lado em categorias (entalados).

Publicado por amnésia às 10:55 AM | Comentários (1)

fevereiro 16, 2004

Entalado 6


Avenida de Roma, 82

Publicado por amnésia às 11:48 AM | Comentários (2)

fevereiro 12, 2004

Entalados 5


Rua Rodrigo da Fonseca, 56?

Nem todos os entalados são do iguais, este é um bom exemplo. Pena que nem sempre os trabalhos executados fossem tão bem felizes quanto este.

Vale a pena ver a história e colecção fotografada até agora na coluna do lado em categorias (entalados)

Publicado por amnésia às 04:28 PM

janeiro 21, 2004

Entalado IV


Rua Dom João V, 29 em Lisboa

Publicado por amnésia às 10:42 AM

janeiro 09, 2004

Entalado 3


Av. da Républica, 108 em Lisboa

Publicado por amnésia às 05:12 PM

janeiro 06, 2004

Entalado 2


Av. da República, 32 em Lisboa

A história dos entalados é apresentada no post de 19 de Dezembro, quero ver se apresento aqui os que eu for encontrando. Mais informações são bem-vindas.

Publicado por amnésia às 04:07 PM | Comentários (2)

dezembro 19, 2003

Entalado 1


Avenida da República, 99

Nos anos 30 um decreto municipal obrigava os construtores de edifícios novos em Lisboa a investir X % do valor total de construção numa obra de arte que fizesse porte integrante do imóvel. Era ideia da Câmara Municipal que os arquitectos trabalhassem conjuntamente com os artistas com vista a integrar a dita obra de arte no projecto arquitectónico. Esta medida não foi bem aceite por parte dos arquitectos que a tomavam como uma ingerência no seu trabalho, por parte dos construtores também não visto ser um agravo ao preço final do edifício.

Um dos grandes opositores desta medida foi o arquitecto Francisco Keil do Amaral (arquitecto responsável pelos projectos do Parque de Monsanto, Parque Eduardo VII e Aeroporto de Lisboa) que depreciativamente chamou as esculturas “entalados”. O nome “entalados” surge por os trabalhos estarem normalmente inseridas numa estreita faixa horizontal entre a porta principal dos edifícios e as varandas do 1º andar. Os escultores escolhidos (embora haja muitas excepções), eram artistas recém saídos das Belas Artes que ,embora sem grandes rasgos criativos ou grande qualidade plástica, faziam o seu trabalho por muito pouco dinheiro.

O decreto municipal continua ainda em vigor mas não é infelizmente aplicado. A partir de hoje vou passar a inserir neste blog os “entalados” que for encontrando.

NOTA: Andei a pesquisar e a tentar recolher informação sobre este tema mas as pesquisas foram infrutíferas. O que escrevi é informação que foi recolhendo verbalmente, juntamente com o que retive de uma peça jornalística que li na revista DNA do Diário de Notícias há uns anos atrás.
Há fortes possibilidades de haver imprecisões e agradeço a quem tiver alguma informação sobre este tema que me comunique. Obrigado.

Publicado por amnésia às 04:37 PM | Comentários (8)